
A Comissão de Assuntos Regionais e Municipalização da Assembleia Legislativa realiza na quarta-feira (06), às 10 horas, no Plenarinho III, audiência pública para debater a utilização do software de gestão pública “e-cidades”, desenvolvido pelo Ministério do Planejamento e disponibilizado sem custo aos municípios brasileiros. A reunião foi solicitada por requerimento do deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), que também é vice-líder de Governo.
Segundo o parlamentar, a audiência tem como objetivo ajudar na divulgação dessa ferramenta que pode auxiliar os gestores no desenvolvimento, implementação e condução das políticas públicas no âmbito municipal.
Diante do grande volume de informações produzidas e da necessidade de agilizar os procedimentos administrativos nos diversos setores que compõem a administração pública (Contabilidade, Tesouraria, RH, Tributos, Compras, Almoxarifado, Controle de Frota etc) a aplicação de softwares tornou-se cada vez mais imperativa. Contudo, em muitos casos, os municípios enfrentam dificuldades na integração das diversas plataformas utilizadas, sendo comum o uso de ferramentas de diferentes empresas.
Para se chegar a uma integração desses instrumentos, com a otimização de dados e informações pertinentes à gestão pública, o Ministério do Planejamento desenvolveu o software “e-cidades”, que permite interligar os diferentes setores da Administração Pública. O “e-cidades” une em um só sistema as principais áreas de gestão de uma prefeitura.
Outra facilidade da utilização do software desenvolvido pelo Ministério do Planejamento diz respeito ao aspecto jurídico-legal. Enquanto a aquisição de um sistema de gerenciamento desenvolvido por empresa particular deve ocorrer por meio de processo licitatório, o “e-cidades” possui a facilidade de ser baixado e instalado livremente a partir do site do Ministério do Planejamento.
Convidados
Já confirmou presença na reunião, o coordenador geral de Inovação Tecnológica do Ministério do Planejamento, Corinto Messe. Também foram convidados representantes do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), da Associação Mineira de Municípios (AMM), além de representantes de associações microrregionais de municípios